Devido à queda na Selic para 2,25%, o Banco do Brasil avisou que vai reduzir ainda mais as taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas. A nova regra começa a valer no dia 22 de junho de 2020.

A mudança foi derivada da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) realizada nos dias 16 e 17 de junho. Na ocasião, a taxa básica de juros da economia foi reduzida em 0,75 ponto percentual, saindo de 3% para 2,25%.

Para aproveitar a oportunidade do Banco do Brasil, criamos este post para apresentar as diferenças das taxas para pessoas físicas e jurídicas. Continue lendo!

Pessoas físicas

A redução da taxa de juros é válida para diferentes modalidades. Para o financiamento de veículos novos e seminovos, a taxa passa a ser de 0,48% ao mês. Antes era de 0,54% ao mês.

Para o empréstimo com garantia de imóvel e a linha de crédito estruturado, as novas taxas passam a ser de 0,82% e 0,77% ao mês, respectivamente. Até então, a cobrança era de 0,88% e 0,83%.

Por sua vez, as linhas de crédito não consignado ficam em 2,81% ao mês. A redução foi de 0,06 ponto percentual. Pode haver pequenas alterações devido ao relacionamento do cliente com o Banco do Brasil.

Pessoas jurídicas

As empresas terão ainda mais benefícios do que as pessoas físicas. O objetivo é injetar dinheiro na economia para evitar a falência das empresas. 

Nesse caso, as linhas de antecipação de recebíveis — ou seja, descontos de cheques e títulos, e adiantamento de crédito — ficam com taxas de 1,07%, 0,76% e 0,74% ao mês, respectivamente. Até então, as cobranças eram de 1,15%, 0,82% e 0,82% ao mês.

O crédito rotativo tem taxa mínima reduzida para 1,93% ao mês, sendo que era de 2,05% ao mês. O empréstimo para capital de giro passa de 1,18% ao mês para 1,1% ao mês.

Como fica claro, em todos os casos, a redução é pequena, mas significativa. Para ter uma ideia, veja o exemplo de R$ 10 mil emprestados com prazo de pagamento em 12 vezes. Em um crédito rotativo, o total pago com a taxa atual de 1,93% é de R$ 11.298,43, ou seja, R$ 1.298,43 em juros.

Nas mesmas condições, com a taxa de 2,05% ao mês, como era cobrado antes, o pagamento total ficava em R$ 11.382,02, o que significa que os juros equivalem a R$ 1.382,02. Ou seja, em 1 ano, a diferença é de R$ 83,59.

No comunicado do Banco do Brasil, a instituição ainda reforça que muda as taxas de crédito de forma constante, de acordo com critérios técnicos. Todos os canais de relacionamento já estão com a nova cobrança válida, inclusive o internet banking. Portanto, se quiser aproveitar, essa é a hora.

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