Após o lançamento da primeira conta digital destinada ao público LGBTI+, o Pride Bank também oferecerá aos clientes o primeiro cartão com nome social.

O objetivo é o de que o consumidor possa ter um método de pagamento de acordo com suas ideologias, sem qualquer tipo de distinção entre os correntistas do banco digital

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“Ter um cartão com o nome social evita qualquer tipo de constrangimento para o público, principalmente aos transexuais e travestis”, disse Márcio Orlandi, CEO da instituição. 

No momento, o cartão pré pago conta com a bandeira Mastercard e pode ser solicitado por qualquer pessoa, inclusive aos que possuem algum tipo de restrição no CPF, já que a utilização dependerá do valor disponível em conta corrente. 

Cartão com nome social – Os diferenciais

Para o público LGBTI+, ter um cartão com nome social pode ser considerado um grande avanço na sociedade atual, considera a organização da empresa.

Além de evitar possíveis desconfortos em utilizar esse método de pagamento, eles defendem que é possível contar com a representatividade de ser quem verdadeiramente é, independentemente de qualquer escolha. 

Sobre o Pride Bank

O Pride Bank nasceu em 2019, mas teve suas operações lançadas de maneira oficial apenas em agosto de 2020.

Mesmo com pouco tempo de existência, a instituição financeira já conta com cerca de 9.000 correntistas.

Além disso, os clientes da fintech contam com serviços de TED’s, emissões de boletos, pagamento de contas e impostos. 

Os pacotes mensais de utilização podem variar de R$ 9,99 a R$ 39,99 para pessoas físicas. No caso de pessoas jurídicas, valor varia entre R$ 29,99 e R$ 149,99.

Além do cartão com nome social, a empresa divulgou que em breve deverá implantar o sistema de maquininha de pagamentos. Banco também disponibilizará financiamentos e empréstimo pessoal.

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