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“Banco central mundial” pretende lançar moeda digital própria; saiba mais

Lilian Calmon
Lilian Calmon
prédio do Banco de Compensações Internacionais (BIS) representando “Banco central mundial” pretende lançar moeda digital própria
O Banco de Compensações Internacionais (BIS), o “banco central mundial”, pretende lançar uma moeda digital própria até o final do ano. Saiba mais.

O Banco de Compensações Internacionais (BIS), popularmente conhecido como “banco central mundial”, pretende lançar uma moeda digital própria até o final do ano. 

As moedas digitais emitidas por bancos centrais, as CBDCs (sigla para “Central Bank Digital Currencies”), vêm ganhando força, principalmente depois que o governo chinês deu início a testes com o yuan digital.

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As informações são da Exame.

“Banco central mundial” pretende lançar moeda digital própria: 80% dos bancos centrais já iniciaram projetos de CBDCs

Para ter uma ideia, 80% dos bancos centrais já iniciaram projetos de CBDCs. O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, por exemplo, disse imaginar o real digital em circulação até 2022.

Na opinião do diretor do hub de inovações do BIS, Benoit Coeuré, a exploração de CBDCs é levada muito a sério por gerar a oportunidade de reunião de conhecimento e recursos. Além da construção de sistemas que se complementam e ajudam a tornar os pagamentos internacionais muito mais rápidos, transparentes e baratos.

 “Isso pode promover a diversidade de pagamentos, ajudar a tornar os pagamentos internacionais mais rápidos e baratos, promover a inclusão financeira e até mesmo facilitar as transferências fiscais em tempos de crise, como a atual pandemia de Covid-19”, explicou Coeuré, acrescentando que a emissão de CBDC tem potencial para ajudar os bancos centrais a terem maior controle de liquidez e confiança no valor da sua moeda.

BIS também buscará orientação de bancos centrais

Além de se associar ao Banco Nacional Suíço (SNB), o BIS pretende colaborar com o HKMA (autoridade monetária de Hong Kong) e o BOT (Banco da Tailândia), que exploram os vários casos de uso dos CBDCs em conjunto desde o ano passado.

O “banco central mundial”, responsável pela supervisão bancária global, também buscará orientação dos bancos centrais do Canadá, União Europeia, Japão, Suécia, Suíça, Reino Unido e EUA.

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