Através da criação do programa do auxílio emergencial, destinados à profissionais autônomos e beneficiários do Bolsa Família, foi possível evitar maior colapso no Produto Interno Bruto (PIB) Brasileiro.

Segundo estimativas de pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a ampliação do programa em R$ 122,17 bilhões, ameniza em dois pontos percentuais a queda do PIB, evitando assim um maior colapso interno na economia do País. 

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De acordo com o trabalho acadêmico, a projeção do PIB brasileiro será de 7,5%, contrariando as estimativas do mercado que já chegaram a apontar uma queda aproximada de 10%para o ano de 2020. 

Para tentar mensurar o impacto do setor produtivo das medidas de socorro financeiro à população necessitada, os pesquisadores levantaram em consideração 67 segmentos, desde a matriz de insumo-produto à serviços essenciais. 

Ainda de acordo com a pesquisa, a partir da carga tributária de 33% do PIB, é possível estimar que os R 122,17 bilhões já distribuídos para as famílias que dependem do auxílio emergencial, já geraram um retorno à União de R 3,4 bilhões, distribuídos entre estados e municípios. 

Auxílio emergencial mudando a economia

Em nota divulgada nesta quarta feira (08/07), a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, o auxílio emergencial representou mais de 93% de renda dos domicílios mais pobres do País.

Além disso, o documento relata que o benefício melhorou o padrão de vida de mais de 233 milhões de lares durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus. 

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