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Governo zera IOF de crédito por mais dois meses

Nesta quinta feira (02/07) o Governo Federal anunciou que irá estender por mais 60 dias a isenção das alíquotas de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), referentes a qualquer operação de crédito, por mais 60 dias. Os valores, inclusive, não estão sendo cobrados desde abril deste ano, por conta da pandemia causada pelo novo coronavírus e a decisão deve ser assinada ainda hoje pelo presidente Jair Bolsonaro. Quando implantada, o secretário da Receita Federal, José Tostes Neto, anunciou que o objetivo principal era diminuir o custo do crédito para o consumidor final, principalmente em um momento onde linhas de crédito com

real é a segunda moeda mais desvalorizada em 2020

Real é a segunda moeda mais desvalorizada do ano

O real é a segunda moeda que mais perdeu valor em relação ao dólar neste ano, diante da crise do coronavírus. Segundo um estudo realizado pelo economista Alex Agostini, da Austin Rating, a análise foi feita levando em consideração a moeda de 121 países distintos.  A desvalorização de mercado atual, foi levantada com o percentual de 29,6%, com o fechamento da moeda norte americana no valor de R$ 5,4396 nesta última terça feira (30/06), encerramento do primeiro semestre de 2020.  Neste momento, a real perde apenas para a desvalorização do peso boliviano, que acumula um número expressivo em relação ao

Mercado prevê novo corte da Selic e recuo do PIB

Mercado prevê novo corte da Selic e recuo do PIB

Após várias especulações do mercado financeiro, os economistas já estão começando a prever uma nova retração da taxa Selic e do Produto Interno Bruto (PIB) até o final de 2020. De acordo com os analistas do mercado, a expectativa é a de que a taxa Selic chegue ao patamar de 2% até dezembro, chegando novamente a um novo patamar recorde de corte da taxa mãe da economia. Já em relação ao PIB, a retração anual pode ser de até 6,54%, contrariando o relatório divulgado anteriormente por analistas do mercado. Esses números, inclusive, foram divulgados através do boletim “Focus” nesta segunda

Contas do Governo têm pior resultado da história, com rombo de R$ 126,6 bilhões

Contas do Governo têm pior resultado da história, com rombo de R$ 126,6 bilhões

No meio da crise causada pela pandemia da COVID-19, as contas do Governo Federal registraram, em maio, um déficit recorde de R$ 12,6 bilhões, segundo informações divulgadas pela secretaria do Tesouro Nacional nesta segunda feira (29). Os valores incluem os resultados cumulativos entre Previdência Social, Banco Central (BC) e do próprio Tesouro Nacional. Para se fazer um comparativo, no mesmo período do ano anterior, o valor do prejuízo era do de R$ 14,7 bilhões. Com esses números, o Tesouro informou que foi o pior resultado mensal da história da instituição, fundada em 1997. Até o momento, o maior rombo das

Caixa paga 1º parcela do auxílio emergencial para mais de 1,1 milhão de novos aprovados

Caixa paga 1º parcela do auxílio emergencial para mais de 1,1 milhão de novos aprovados

A partir do último sábado (27/06) a Caixa Econômica Federal disponibilizou a primeira parcela do auxílio emergencial para mais de 1,1 milhão de novos aprovados pelo Governo Federal.  As novas parcelas, inclusive, terão o prazo para serem creditadas entre os dias 27/06 a 04 de julho em poupanças sociais abertas no nome dos beneficiários. Já os saques e transferências referentes a primeira parcela do auxílio emergencial começarão a ser liberados a partir de 18 de julho, com término em 19 de setembro.  No sábado também foi o dia de do início do depósito da terceira parcela do benefício para o

Brasil pode ter sua primeira década de recessão

Brasil pode ter sua primeira década de recessão

Com a crise causada pela pandemia neste ano, o Brasil pode se ver diante de uma situação inédita. Por conta da forte recessão do Produto Interno Bruto (PIB), o País pode terminar o ano em débito após 120 anos.  De acordo com os números recentes divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB brasileiro deve recuar cerca de 9,1% em 2020, enquanto a expectativa do Banco Central Nacional é a de 6,2%. Caso esses números se tornem realidade, a retração média será marcada pela quantidade de 0,3% entre 2011 e 2020.  De acordo com Marcelo Balassiano, pesquisador do Instituto de

Brasil registra 1,4 mi a mais no desemprego em apenas 1 mês

Brasil registra 1,4 mi a mais no desemprego em apenas 1 mês

A pesquisa Pnad Covid do IBGE mostrou que o Brasil teve mais 1,4 milhão de pessoas na lista de desempregados em apenas 1 mês. O número referente ao desemprego ocorreu entre a primeira semana de maio e a primeira semana de junho. No total, o País está com 11,2 milhões de pessoas sem emprego. Em maio, eram 9,8 milhões. O levantamento ainda apontou que, apenas entre 31 de maio e 6 de junho, aproximadamente 300 mil pessoas ficaram sem vaga no mercado de trabalho. A Pnad Covid vem sendo realizada no momento da pandemia para verificar os impactos da crise.

Investimentos diretos no Brasil caem em maio

Investimentos diretos no Brasil caem 68% em maio

De acordo com informações divulgadas pelo Banco Central, os investimentos diretos no Brasil recuaram cerca de 68% no mês de maio, representando o total de US$ 2,6 bilhões, em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse indicador representa uma das principais fontes de financiamento das atividades econômicas no País e representa um destaque no relacionamento econômico do Brasil com o restante do mundo.  Ainda segundo o Banco Central, a receita do mês foi composta pelo total de US$ 2,2 bilhões em capital de empresas e US$ 354 milhões em operações entre companhias específicas.  Por isso, esses resultados apresentados mostram

Economia brasileira deve retrair quase 10%

Economia do Brasil deve retrair 9,1%, diz FMI

A expectativa de retração da economia em 2020 era de 5,3%, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). No entanto, em revisão dos dados, a projeção agora passou para uma queda de 9,1%.  No dia 22 de junho, o Boletim Focus, do Banco Central, havia destacado uma redução de 6,5%. O FMI fez uma previsão ainda mais negativa. Os motivos para esse cenário não foram detalhados. Segundo o relatório, a entidade apenas destacou haver desafios para o controle da pandemia em alguns países da América Latina. “Na América Latina, onde a maioria dos países ainda luta para conter as infecções, as

Bancos já emprestaram mais de R$ 1 trilhão desde o começo da pandemia

Bancos já emprestaram mais de R$ 1 trilhão desde o começo da pandemia

Planejando a liberação de mais crédito e a prorrogação de contratos de financiamentos e empréstimos dos bancos, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) disse na tarde desta terça feira (23/06) que as instituições já liberaram cerca de R$ 1 trilhão em empréstimos desde o início da pandemia.  Durante o Ciab, evento de tecnologia voltado para o setor financeiro, Isaac Sidney disse que o momento atual é complicado e que, para que as pessoas se mantenham firmes durante esse período, a liberação de mais crédito se torna imprescindível.  Sidney também afirmou que o setor bancário já doou até o

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