Conheça o Casa Verde Amarela, novo programa do governo que deve substituir o Minha Casa, Minha Vida

Projeto será lançado nas próximas semanas e tem foco na regularização fundiária e no estímulo a financiamentos com juros baixos. Objetivo é possibilitar que mais de 1 milhão de famílias possam se beneficiar do programa.

Heloisa Vasconcelos
Heloísa Vasconcelos

Conheça o Casa Verde Amarela, novo programa do governo que deve substituir o Minha Casa, Minha Vida

 

O Governo Federal anunciará nas próximas semanas o Casa Verde Amarela, programa habitacional que deve substituir o Minha Casa, Minha Vida.

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O novo programa tem foco na regularização fundiária e no estímulo a financiamentos com juros baixos.

A expectativa é que a redução do juros permita que mais 1 milhão de famílias possam se beneficiar com empréstimos imobiliários cedidos pelo governo e Caixa Econômica Federal.

As informações são do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, repassadas em entrevista ao jornal Valor.

Por que o Casa Verde Amarela substituirá o Minha Casa, Minha Vida?

Na entrevista, Rogério Marinho teceu críticas ao programa, criado em 2009 pelo governo Lula.

“Tem pelo menos 500 mil unidades que foram feitas no antigo Minha Casa, Minha Vida que viraram guetos, territórios de ninguém”, citou.

Ele criticou o fato dos conjuntos habitacionais do programa serem longe dos núcleos urbanos, sem adensamento das áreas e “sem infraestrutura nenhuma”.

O ministro também apontou como ponto negativo as unidades habitacionais sem escritura pública, entre 10 e 12 milhões, segundo ele.

Como funcionará o Casa Verde Amarela?

“Nós vamos lançar um programa onde nós vamos apoiar os municípios brasileiros em programas de regularização fundiária. São editais que vão ser lançados”, garantiu o ministro.

Um grande objetivo do Casa Verde Amarela também é reduzir juros do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

“Como ele é remunerado pelo sistema financeiro habitacional, tem um percentual do recurso que ele aporta que tem que ser pago anualmente, em torno de 5% ao ano”, diz.

O aporte será reduzido, com justificativa da diminuição da Selic.

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