Investidores miram em ações “perdedoras” na crise, mas cenário ainda é difícil

Lilian Calmon
Lilian Calmon
pilhas de moeda com relógio ao fundo representando ações de baixo resultado
O cenário incerto diante das eleições dos EUA e a segunda onda da Covid-19 tem levado investidores a investirem em ações de baixo resultado. Entenda.

A vitória do democrata Joe Biden nos EUA e as notícias sobre a evolução das vacinas contra a Covid-19 geraram um fluxo global de recursos para os países emergentes. E, nesse contexto, os investidores ainda miram em ações de baixo resultado na crise, diante da redução do prêmio de risco.

No entanto, para o gestor de renda variável da Fator Administradora de Recursos, Daniel Utsch, o cenário ainda é difícil e deve seguir volátil no curto prazo.

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“A gente está olhando muito para esse movimento, com aumento de alocação nos perdedores na crise, mas ainda não tem posição muito direcional. A gente não quer comprar que a população será imunizada rapidamente”, afirmou ele.

Com informações do Valor Investe.

Investidores miram ações de baixo resultado na crise: momento é de equilíbrio entre ativos

Por fim, segundo Utsch, o momento é de equilíbrio entre os ativos “perdedores” na crise e aqueles que não são muito expostos à piora ou melhora da pandemia.

Embora tenha havido entrada de fluxo na bolsa brasileira, não é possível afirmar se ela subiu demais e se já está cara. Em entrevista ao Valor Investe, o gestor de renda variável lembrou que o conceito de ação barata não tem relação somente com o preço em si, mas também com o seu potencial de valorização. 

“Até o fim do ano, na nossa leitura, o cenário será bastante volátil. Tem segunda onda de Covid, vacina, política do Biden e cada frase dele vai ter relevância no mercado. Para cenário doméstico, o fiscal segue como principal risco e há o aspecto de como será a trajetória fiscal após as eleições”, sintetizou ele.

Para ler a matéria do Valor Investe na íntegra, clique aqui.

Aproveite e leia também “Brasileiros mais ricos têm 32% dos investimentos em ações na bolsa”.

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